Cercado de dirigentes, jogadores e da comissão técnica, de pé, na sala de imprensa do clube, o presidente do Fortaleza, Luís Eduardo Girão, fez ontem um pronunciamento.

Durante sete minutos, o mandatário teceu discurso sobre a forma exagerada de cobrança de alguns torcedores, que agrediram atletas — após o empate por 1 a 1 com o Remo no domingo —, qualificou o momento como o mais difícil da véspera do centenário e apelou para o amor da torcida, citando o hino e a história do Fortaleza.

Apesar de simbólico, o ato do presidente deixou sem resposta questionamentos sobre as atitudes do clube quanto aos atos de violência, sobre o momento que o time atravessa na Série C do Brasileiro, há um mês sem vencer, e sobre a avaliação do trabalho do técnico Paulo Bonamigo.

 “A diretoria do Fortaleza, com firmeza, vem conversando e cobrando uma postura diferente da equipe. Entendemos, portanto, que o torcedor tem o direito de fazer o mesmo”, afirmou Luís Eduardo, complementando em seguida: “No entanto, as cobranças nunca podem vir sob a forma de violência”.

Sobre o grupo de atletas, o presidente ressaltou que só resta apoiar. “Este aqui é o time, com suas virtudes e seus defeitos, que vai buscar a classificação”.

Mais de uma vez, foi enfocada a necessidade de apoio da torcida. “Outra forma de lealdade é o apoio incondicional. É o sincero abraço de que fala o nosso hino”.

 

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FONTE: O Povo

 

 

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